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Sabedoria ancestral e novas ferramentas: a força indígena na transformação coletiva.

Tekoa Pyau, Pico do Jaraguá (São Paulo) · liderança Guarani Mbya, participante do Guerreiros Sem Armas 2024.

Na Tekoa Pyau, no Pico do Jaraguá, uma das sete aldeias Guarani Mbya de São Paul

a aldeia

Na Tekoa Pyau, no Pico do Jaraguá, uma das sete aldeias Guarani Mbya de São Paulo. Para Yvoty é liderança ali.

Provocada por uma pergunta de Rodrigo Rubido, do Elos, ela aceita o desafio do G

Provocada por uma pergunta de Rodrigo Rubido, do Elos, ela aceita o desafio do Guerreiros Sem Armas.

Uma cosmovisão diferente da sua, e a descoberta do que são 'guerreiros sem armas

o GSA 2024

Uma cosmovisão diferente da sua, e a descoberta do que são ‘guerreiros sem armas’: gente que cria ferramentas para um mundo melhor.

No território, câmera na mão: reconhecer o que já existe.

No território, câmera na mão: reconhecer o que já existe.

Escutar, registrar e planejar junto com a comunidade.

Escutar, registrar e planejar junto com a comunidade.

O sonho coletivo que move o mutirão, a alegria como parte do método.

juntos

O sonho coletivo que move o mutirão, a alegria como parte do método.

Gente de vários lugares, um propósito comum.

Gente de vários lugares, um propósito comum.

Sabedoria ancestral e novas ferramentas, lado a lado.

Sabedoria ancestral e novas ferramentas, lado a lado.

O que o Elos conduziuA provocação inicial e a formação no Guerreiros Sem Armas, com o Caminho da Expansão.

O que Para Yvoty construiuUma nova leitura da própria liderança e do potencial da aldeia, e ferramentas para seguir na luta pela demarcação e pela harmonia do território.

Na zona oeste de São Paulo, a Tekoa Pyau é uma das sete aldeias Guarani Mbya da cidade. Fica no Pico do Jaraguá, cercada por condomínios, numa região que os Guarani ocupam desde o século XVI.

Foi de lá que Para Yvoty, 29 anos, decidiu encarar o Guerreiros Sem Armas. O nome do programa vem do conceito de txucarramãe, de Kaká Werá: guerreiros que trocam a arma pela palavra, com a vida e o pensamento como ferramentas de transformação.

O convite veio de uma visita de Rodrigo Rubido, do Elos, à aldeia. A pergunta que ele deixou fez Para Yvoty rever o próprio papel como liderança, ainda mais no meio da luta pela demarcação do território, que segue sem solução.

No GSA, a imersão é só o começo. Na etapa do Caminho da Expansão, cada participante tira do papel um projeto próprio. Como diz Mariana Gauche, as respostas mudam de pessoa para pessoa, mas o objetivo é o mesmo: sair pronto para transformar o próprio contexto com o método Elos.

Quem viveu isso conta

Para Yvoty

Eu olhava ao redor da nossa aldeia e pensava: ‘não vamos conseguir mudar’. Mas depois da fala do Rodrigo, percebi o que já conquistamos e que somos capazes de continuar construindo um ambiente de harmonia e paz.

Para Yvoty

Liderança Guarani Mbya da Tekoa Pyau · GSA 2024

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